TECH REPORT

2019 

PANORAMA SETOR DE

TECNOLOGIA CATARINENSE

Realização

Produção técnica 

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O que é o programa?

O setor bancário brasileiro é um dos mais concentrados do mundo, mas as Fintechs vêm ganhando cada vez mais espaço. O estudo The Pulse of Fintech 2018 mostra que o investimento em Fintech no mundo mais do que dobrou entre 2017 e 2018, passando de US$ 50,8 bilhões para US$ 111,8 bilhões, sinalizando para perspectivas positivas para investimentos em tecnologia financeira nos próximos anos.

No Brasil, o cenário também é promissor.  Com mais de 224 fintechs, o país se destacou pelo status de unicórnio (empresas com mais de US$1 bilhão em valor de mercado)  das empresas Nubank e PagSeguro.  De acordo com a Pesquisa Fintech Deep Dive 2018, o Brasil é o país da América do Sul que tem maior número de fintechs, devendo manter tal posição nos próximos anos, dadas as perspectivas de crescimento do setor.

Fonte: ACATE, The Pulse of Fintech 2018 e Fintech Deep Dive 2018.

20

empresas

R$360,6

milhões

de faturamento

1.191

empregos

gerados

Produtividade

R$230,6 mil

por colaborador

Case

Missões Técnicas: Ampliando conexões para fintechs

O polo tecnológico de Santa Catarina é um terreno muito fértil para a instalação e desenvolvimento de empresas de tecnologia. Para as startups voltadas ao desenvolvimento de soluções para o setor financeiro, no entanto, um aspecto é muito importante: a conexão, diálogo e aproximação com os maiores players deste mercado, que estão localizados em São Paulo. Por isso, a Vertical Fintech destaca como case de maior sucesso do grupo a realização de missões técnicas com as startups.

As missões surgiram por conta da característica heterogênea de formação da Vertical, que conta com muitas startups e pequenas empresas, mas também grandes organizações atreladas ao setor financeiro. “Existiam dois universos muito distintos: desde as startups, que trazem inovação no desenvolvimento de tecnologia para o setor financeiro, até as grandes empresas, que são mais tradicionais, mas estão começando a buscar inovação nas tecnologias desenvolvidas pelas fintechs”, explica Rodrigo Pereira, diretor da Vertical Fintech, sobre identificação da necessidade de realização das missões técnicas.

As missões já foram realizadas em São Paulo e Joinville, com diferentes focos, mas sempre levando as fintechs da Vertical para conhecer, entender melhor, se aproximar e realizar conexões com o ecossistema financeiro, composto desde grandes financeiras, bancos, agentes de regulação e de fomento, até outras startups fintechs. “Por ser muito tradicional e regulado, o setor financeiro precisa dialogar mais com as startups para inovar, e estas precisam de mais acesso aos grandes players”, comenta Rodrigo.

“A agenda das missões técnicas realizadas em São Paulo contou com um dia de visitas, contatos e exploração do que é o mercado financeiro, por meio de conversas com diretores e empreendedores de instituições como B3, BTG Pactual, Cubo, Stone, entre outras. Já na missão realizada a Joinville, as fintechs visitaram a Conta Azul e conheceram outras startups da região, sempre realizando contatos, networking e fortes conexões”, finaliza.

A conexão, diálogo e aproximação com os maiores players deste mercado

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