TECH REPORT

2019 

PANORAMA SETOR DE

TECNOLOGIA CATARINENSE

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O que é o programa?

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) estima que, entre os países da América Latina e Caribe, o Brasil é o que mais gasta com violência. São cerca de US$ 75 bilhões gastos, o equivalente a 53% de toda a região. Representam 4,38% do PIB brasileiro, um montante de R$ 285 bilhões.  Além da segurança física, os riscos digitais também apresentam sérias ameaças. De acordo o Relatório da Segurança Digital no Brasil, cerca de 120,7 milhões de ciberataques foram identificados no primeiro semestre de 2018. As ameaças cibernéticas à segurança só podem ser combatidas com ações proativas e de controle e monitoramento. 


Na ACATE, 13 empresas participam da Vertical Segurança promovendo novas soluções e tecnologias para segurança patrimonial, pública, privada e da informação. Algumas das tecnologias desenvolvidas envolvem softwares e hardwares que auxiliam no controle de acesso a estabelecimentos, automação inteligente, monitoramento de imagens e alarmes, reconhecimento facial, rastreamento de bens e segurança de dados. Assim, empresas de pequeno, médio e grande porte se reúnem periodicamente para trocar conhecimento e buscar novas oportunidades de negócios.

Fonte: ACATE, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

13

empresas

R$1,3

bilhões

de faturamento

2.612

empregos

gerados

Produtividade

R$425 mil

por colaborador

Case

Security Tech: Integrando o ecossistema de segurança

O ecossistema das empresas que desenvolvem soluções tecnológicas para segurança da informação engloba todos os portes e maturidades de organizações. Com foco em integrar todo este ramo, a Vertical Segurança destaca como seu maior case de sucesso a criação do evento Security Tech. “Este evento busca alcançar alguns objetivos principais da Vertical: proporcionar maior integração entre as empresas do grupo, promover networking entre as companhias e seus clientes e, conforme o andamento das conversas, até gerar novos negócios”, declara Reginaldo de Sousa, diretor da Vertical Segurança.

O evento, que em cada edição conta com um tema norteador, é fechado a um público composto por integrantes da Vertical, seus clientes e prospects, e constitui-se da seguinte maneira: são realizados pitches por cada empresa do grupo, momento em que apresentam suas soluções e produtos ao público presente, além de trazer cases. Há também um ambiente em formato de feira, em que cada empresa dispõe de um espaço físico para expor e demonstrar aquilo que oferece ao mercado de segurança, possibilitando uma melhor compreensão das dores que resolve. “O evento é conduzido por um palestrante âncora, preferencialmente uma figura de renome no setor, que discorre sobre o tema principal de cada edição, trazendo insights e cases para o público”, acrescenta Reginaldo.

Nas últimas edições do evento, realizadas em Florianópolis e Curitiba, mais de 150 pessoas foram impactadas, e os assuntos mais atuais do setor geraram debates, mostrando como a tecnologia pode auxiliar os diferentes atores do ecossistema de segurança. “Tivemos um resultado muito legal, além de forte integração entre as empresas durante momentos como coffee break e happy hour, e o evento chamou bastante a atenção, garantindo uma repercussão positiva dentro da Vertical. A ideia do projeto é levar este evento às principais capitais do Brasil, trazendo temas relacionados a segurança da informação para o maior número de pessoas possível”, finaliza Reginaldo.

Security Tech:

Integrando o ecossistema de segurança

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